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22 pessoas sobrevivem a acidente de avião em Benin
25/12/2003 - 17h58 - da France Presse
Pelo menos 22 pessoas sobreviveram ao acidente de um Boeing 727 com
destino a Beirute que se acidentou ao decolar do aeroporto de Cotonou
segundo a TV de Benin. O avião levava 141 passageiros. Pelo menos 80
pessoas morreram.
O avião pertence a uma nova companhia libanesa denominada UTA que realiza
há cerca de dois meses, um vôo semanal entre Beirute e Cotonou com escalas.
O governo do Líbano informou que não concedeu licença para a UTA operar.
Segundo o ministro dos Transportes, libanês, Najib Mikati, a empresa não
preenchia as condições técnicas'.
Mikati acrescentou que os proprietários da empresa estavam a bordo do aparelho
acidentado, sem precisar a identidade deles.

 Escrito por Pamplona às 20h28
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GOSTARIA DE DESEJAR UM FELIZ NATAL A TODOS


 Escrito por Pamplona às 19h49
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Aviao da GOL derrapa e sai da pista em Florianopolis
The aircraft [PR-GOO], on a São Paulo-Florianopolis-Porto Alegre flight, overran the runway while landing at Florianopolis in poor weather. Conditions were reported as extremely windy, with heavy rain, at the time of the accident. The 737 departed the runway surface and impacted a concrete brick wall, sustaining considerable damage to the nose, and left wing








Ficha tecnica do acidente:
Data: 20 de Dezembro de 2003
Empresa: Gol Linhas Aéreas
Numero do vôo: 1756
Aeronave: Boeing 737-76N
Localização: Florianopolis, Brazil
Fatalidades: 0:148

 Escrito por Pamplona às 10h48
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Grand Caravan
Quando chove e nao da pra voar o jeito e ficar tirando fotos dos avioes



 Escrito por Pamplona às 10h25
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Schumacher perde duelo para avião a jato
Das agências internacionais
Em Grosseto (Itália)

Um avião a jato da Força Aérea Italiana derrotou a Ferrari de Michael Schumacher
por 2 a 1 em uma série de três corridas disputadas em um aeroporto militar.
O piloto alemão estava a bordo do carro F2003-GA com o qual disputou a temporada
passada da Fórmula 1. Na primeira corrida, que teve o percurso de 600 metros
Schumacher levou a melhor. Na seqüência, porém o piloto Maurizio Cheli, a bordo
do "Eurofighter Typhoon", ganhou as últimas duas corridas que tiveram percurso
de 900 e 1200 metros. Schumacher venceu a primeira corrida com 9,4 segundos, 0,2s
à frente do caça. Na segunda prova, o avião cravou o tempo de 14,2s, contra 15,7s
da Ferrari. Na última corrida, o alemão perdeu por 0,2s do caça, que fez o percurso
em 13 segundos. "Foi uma experiência interessante", disse Schumacher, acrescentando
que não estava sob tanta pressão como ocorreu na reta final do Mundial de Fórmula 1
quando tinha o colombiano Juan Pablo Montoya em sua perseguição. Cheli não quis
tripudiar sobre o alemão com a vitória que obteve. "Todo mundo é um príncipe ou
um rei mas dentro de seu próprio ambiente", comentou o piloto do caça, que é chefe
de testes de pilotos em uma das companhias de fabricação de aviões a jato.
O avião e a Ferrari se alinharam em pistas paralelas. Assim que o sinal verde foi
dado, o barulho da turbina do caça se misturava com o do motor do Fórmula 1. Nos
treinos de quarta-feira, o avião venceu os três percursos, mas a Ferrari não estava
sob a direção de Schumacher. O caça não estava portando arma de fogo e pesava cerca
de 21.000 kg. A Ferrari pesava 600 kg e teve pequenas alterações em relação às
corridas tradicionais. Foram feitas mudanças aerodinâmicas para adaptar o carro à
prova de curta distância. Essa não foi a primeira vez que um carro de corrida
desafiou um avião. Em 1931, Tazio Nuvolari, o melhor piloto dessa época, com seu
Alfa Romeo 8C-300, foi mais rápido que o avião Caproni Ca100. Em 1981, Gilles
Villeneuve, com uma Ferrari 126, bateu o avião F-104 em uma distância de um quilômetro.

 Escrito por Pamplona às 15h48
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Mais fotos do aeroclube




 Escrito por Pamplona às 16h15
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ADEUS AO CORONEL BRAGA, ETERNO PILOTO DA ESQUADRILHA DA FUMAÇA

O Comando da Aeronáutica lamenta informar o falecimento do Coronel-Aviador Antônio
Arthur Braga ocorrido na madrugada do dia 08 de dezembro de 2003, no Hospital de
Força Aérea do Galeão. O Coronel Braga vinha, há alguns anos, tentando contornar
formações pesadas de uma grave doença. Depois de muita turbulência, conseguiu
finalmente, pousar em um céu seguro.
O lendário Coronel Braga, um ícone da aviação brasileira, foi um dos mais queridos
aviadores da FAB. Eterno Piloto da Esquadrilha da Fumaça, foi fonte inspiradora para
diversas gerações de pilotos civis e militares. Acompanhado de seu inseparável
amigo, o avião T-6, arrancou suspiros e aplausos de milhões de pessoas com suas
arrojadas e seguras acrobacias aéreas. Ele irá passar para a história como uma
referência mundial. Realizou mais de mil demonstrações aéreas nos quatros cantos
desse imenso Brasil e em diversos países da América do Sul e Central. Com mais de
dez mil horas de vôo será sempre um verdadeiro exemplo de idealismo e amor a uma
instituição. Aos que conheceram e tiveram o privilégio de assistir a habilidade do
homem que deu sentido ao ballet aéreo, certamente guardarão a lembrança do profissional
que transformou seu dever de ofício em arte...
O Coronel Braga nasceu no dia 3 de fevereiro de 1932, na cidade de Cruzeiro, São Paulo.
Paulista de nascença, sempre foi um carioca de coração, apaixonado pelo bairro onde
residiu a vida inteira, Botafogo. Ingressou na Escola de Aeronáutica em 1950, tendo sido
declarado Aspirante-a-Oficial-Aviador em dezembro de 1955. Instrutor de Vôo na Escola de
Aeronáutica, o Coronel Braga tornar-se-ia imortal com a imagem de Piloto da Esquadrilha
da Fumaça.
O texto abaixo, escrito de próprio punho, traduz, na essência, o sentimento desse Cavaleiro dos Ares.
(Texto escrito pelo Cel. R1 Antônio Arthur Braga e publicado na revista SKYDIVE, ANO 2, Nº 11-1995)
"Início da década de 50. Campo dos Afonsos...
Os cadetes, naquela ensolarada manhã, faziam educação física, no campo de futebol, defronte
ao Corpo de Cadetes. Súbito, fazendo um enorme ruído, surgem no céu, em formação, quatro
aviões. Evoluem num verdadeiro balé aéreo, fazendo diversas manobras acrobáticas, deixando-nos
extasiados, cheios de vibração. Eu era um dos cadetes que ficou seduzido pelo magnífico espetáculo.
Os T-6, em ousadas acrobacias, faziam meu sangue correr rápido nas veias, acelerado pelo forte pulsar
do coração. Foi um dia marcante. Imaginei, desde então, como seria bom estar lá, entre
aqueles aviadores...Veio o Aspirantado. Fui para NATAL voar o B25 e retornei ao legendário
Campo dos Afonsos, desta vez como Instrutor de Vôo. Gostei muito da instrução aérea. Foi
quando senti que me aperfeiçoava nessa tarefa de sempre corrigir o erro em cada interferência
nos comandos pelo aluno. Após três anos, aceitei o convite do então Capitão Alaor para fazer
parte da Esquadrilha da Fumaça. Foi outro importante momento de minha vida profissional. Naquela
ocasião, continuei como instrutor, voando de vez em quando na Esquadrilha porque oficialmente a
nossa equipe acrobática não existia, tendo sido criada somente por uma Portaria expedida
em 1963. Talvez a situação no ano anterior tenha facilitado essa decisão, pois no ano de 1962
a Esquadrilha realizou somente oito demonstrações. Os vôos eram permitidos somente através
de ordem de ministros e outras altas autoridades.
A mudança foi total. Começou uma fase áurea, com o constante e profícuo trabalho de Relações
Públicas no contato permanente com colegiais, com a imprensa e com o público em geral. As
viagens tornavam a já famosa Esquadrilha da Fumaça cada vez mais conhecida. Essa importante
missão de Relações Públicas é o que torna gratificante o trabalho dos integrantes da Fumaça.
A transferência da sede para o então QG-3 (Aeroporto Santos-Dumont) facilitou muito os contatos
com autoridades colegiais, artistas e imprensa, fazendo com que se tornasse a Unidade mais
conhecida da FAB. Nesse período, foram atingidas marcas notáveis:
Em 1971, foi a vez da viagem mais longa de T-6. A Esquadrilha fez demonstrações na
Guiana, Venezuela, Panamá e Guatemala. Cumpri no Esquadrão mais de mil demonstrações
em 17 anos consecutivos. Foram incalculáveis as amizades e as vocações despertadas. Sinto-me
plenamente realizado quando ouço inúmeros pilotos confessarem que ingressaram na carreira
motivados pela nossa querida "Fumaça", que são Aviadores graças aos espetáculos aéreos que em
todas as épocas sempre motivaram, motivam e mantêm acesa a chama da carreira da vitória.
Ademais, o círculo de amigos e conhecidos que continua a me estimular na magia do vôo, num
show aéreo vale a infinita emoção que sinto nesses momentos."

 Escrito por Pamplona às 15h47
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Jogo dos 7 erros
Pessoal vejam se voces conseguem achar alguma coisa errada nas fotos abaixo...
















 Escrito por Pamplona às 08h36
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Algumas fotos











 Escrito por Pamplona às 10h36
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Helicóptero que fazia vôo panorâmico cai em Curitiba (PR)
da Folha Online

Um helicóptero com cinco pessoas caiu no início da noite desta segunda no pátio da Imprensa
Oficial do Estado do Paraná, no bairro Cabral, em Curitiba (PR).
De acordo com informações da Polícia Militar, a aeronave, prefixo PT-HHV, havia decolado minutos
antes do aeroporto do Bacacheri e estaria fazendo um vôo panorâmico.
O helicóptero sofreu uma pane e o piloto tentou realizar um pouso de emergência, porém, a
aeronave teria tocado em cabos de energia elétrica, caindo no pátio.
Os ocupantes do helicóptero tiveram ferimentos leves. Segundo as primeiras informações, duas
irmãs que estavam na aeronave foram encaminhadas para o Hospital Universitário Cajuru, com
escoriações leves.
Técnicos do Cindacta (Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo) foram para
o local e tentam apurar as causas do acidente.

 Escrito por Pamplona às 10h13
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Carta para o Comandante


 Escrito por Pamplona às 00h24
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