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Nasa testa avião hipersônico que atinge 7.700 km/h

Um avião hipersônico da Nasa (agência espacial norte-americana) bateu neste sábado um recorde de velocidade com um motor atmosférico --sem a propulsão de um foguete-- ao alcançar a marca de 7.700 quilômetros por hora.

Chamado X-43A, o protótipo não-tripulado realizou um vôo de poucos minutos pela costa da Califórnia, nos Estados Unidos, antes de mergulhar no oceano.

Divulgação/Nasa 
 
O protótipo hipersônico X-43A foi levado ao ar sob a asa de um bombardeiro modificado para o teste
O primeiro teste do protótipo, realizado há três anos pelo Centro Dryden de Pesquisa Aérea da Nasa, fracassou quando o foguete usado para acelerá-lo se desviou do curso e teve que ser destruído.

O atual recorde com um motor atmosférico foi estabelecido pelo avião espião SR-71 "Blackbird" a Mach 3,2 (3.500 quilômetros por hora).

O X-43A é um aparelho de pequenas dimensões: 3,6 metros de comprimento por 1,5 metro de envergadura. O protótipo é resultado de 20 anos de pesquisa na tecnologia "scramjet", baseada na propulsão por estato-reator de combustão supersônica.

Esta tecnologia permite absorver o oxigênio necessário à combustão de hidrogênio diretamente da atmosfera, ao contrário dos foguetes espaciais, que precisam carregar enormes reservas de combustível.

Para o vôo de hoje, o X-43A foi afixado sob a asa de um bombardeiro, especialmente modificado para a experiência, e solto no ar a uma altitude de 30 mil metros.

O protótipo do avião hipersônico custou US$ 250 milhões. A pesquisa deve ajudar a Nasa a desenvolver naves espaciais mais seguras e aviões para viagens mais longas.



 Escrito por Pamplona às 00h45
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Fotos de ontem entre Tatui e Rio Claro a 5500 pés de altitude



 Escrito por Pamplona às 16h30
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Show em Salvador



 Escrito por Pamplona às 15h26
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Aeroporto de St. Jean

Situa-se nas Caraíbas, outro local bastante "aero-fotogénico",  mais concretamente, o famoso "picanço" da aproximação à pista 10 do aeroporto de St. Jean, na Ilha de Saint-Barthélemy. Um mergulho necessário para se aterrar nos 600m de pista que termina na praia da baía de St.Barth.


 Escrito por Pamplona às 14h32
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Ops!

Alguma coisa deu errado enquanto carregavam esse 727 em MIA no dia 29 de Fevereiro de 2004. Felizmente ninguém se feriu, e o avião foi reparado e decolou 15 minutos apos essas fotos terem sido tiradas.


 Escrito por Pamplona às 14h15
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Concorde

Sendo levados para o Museu de Sinsheim- Alemanha



 Escrito por Pamplona às 14h09
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Nasa testará avião projetado para voar a 10 mil km/h

da France Presse, em Washington (EUA)
A Nasa anunciou ontem planos de colocar no ar, na próxima semana, um avião supersônico projetado para voar a 10 mil quilômetros por hora --três vezes o atual recorde aéreo de velocidade.

O modelo X-43A será testado em 27 de março sobre a Base Aérea de Edwards, na Califórnia. O protótipo anterior explodiu durante os testes em 2001.

O atual recorde de velocidade de um avião é de 3.529 quilômetros por hora e pertence ao SR-71 "Blackbird" desde 1964. O X-43A tem um desenho futurista e é plano e pequeno, com apenas 3,6 metros de comprimento e 1,5 metro de envergadura.


 



 Escrito por Pamplona às 13h39
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Entrevista exclusiva com o cmdt da AA

Colaboração: Antonio Alberto Gati MiIetto



 Escrito por Pamplona às 14h14
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Nova campanha da AA

Colaboração: Antonio Alberto Gati MiIetto



 Escrito por Pamplona às 14h11
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Sistema de proteção ao vôo de SP volta a operar após transtornos

da Folha Online

O sistema de proteção ao vôo de São Paulo voltou a operar normalmente por volta das 19h15 desta segunda-feira. Apesar disso, a manutenção realizada no sistema continua, mas não deve mais interferir no tráfego aéreo da região, segundo a Aeronáutica.

Os problemas começaram por volta das 14h35 e provocaram o atraso --em média de uma hora-- de pelo menos 17 pousos e 19 decolagens no aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo. Há informações de que vôos chegaram a ser cancelados. Às 20h30, ainda havia registro de atrasos.

De acordo com o Cecomsaer (Centro de Comunicação Social da Aeronáutica) a manutenção, que já estava prevista, afetou todo o complexo de controle dos vôos, como comunicação entre as torres e as aeronaves e os radares, o que obrigou os aeroportos a aumentar o intervalo entre os vôos.

Apesar de estar programada, as empresas aéreas não foram informadas da ocorrência da manutenção, já que poderia levar apenas alguns minutos, segundo a Aeronáutica.

A rota mais afetada foi a ponte aérea Rio-SP. Porém, todos os vôos que saíram de São Paulo para outros Estados foram afetados. Aeronaves que não vieram para São Paulo, mas que sobrevoam a cidade, também sofreram transtornos.

Os trabalhos no aeroporto internacional de Cumbica (em Guarulhos) e no aeroporto de Viracopos (em Campinas) também foram prejudicados.



 Escrito por Pamplona às 01h08
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Acidente com um jato Ilyushin em Baku Agencia UAN

BAKU, Azerbaijan -- Nas primeiras horas desta manha [8.30 na hora local] um avião cargueiro Ilyushin Il-76 caiu no momento em que decolava em  Baku no Azerbaijan, Vitimando 5 dos sete membros da tripulação Ukrainiana. O avião subiu aproximandamente 60 metros antes cair verticalmnete colidindo com o solo, e em minutos foi consumido em chamas. O avião tinha acabado de ser re-abastecido e fazia a rota Ankara/Kabul.

A aviação Ukrainiana ja teve problemas em 8 de Maio 2003, quando outro avião Ilyushin Il-76 teve um horrivel acidente causado por uma porta que se abriu durante o voo causando a morte de 120 passageiros, que foram sugados para fora do avião.

Ainda não se sabe se o acidente de hoje em Azerbaijan foi causado por erro mecanico ou humano. O avião de fabricação Russa pertencia ao empreza Azov Avia (Mariupol, Ukrania).



 Escrito por Pamplona às 15h35
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WASHINGTON, March 3 (Reuters) - American Airlines and aircraft maker Airbus blamed each other on Wednesday for the second-worst air disaster in U.S. history - a 2001 crash that killed 265 people in New York.

American blamed the Nov. 12, 2001, crash on the plane's flight control system, while Airbus said the pilot was improperly trained.

Documents submitted by each company to the National Transportation Safety Board signaled that the government is close to finishing one of its most complex air crash investigations. It was also the agency's first probe involving the European-based Airbus.

The submissions also crystallize arguments the companies have been making piecemeal and in private since the Airbus A300-600 lost its tail fin over New York and plunged into a residential neighborhood near John F. Kennedy airport.

All 260 people on the American Airlines flight, bound for the Dominican Republic, and five on the ground were killed. The crash shook an already-traumatized New York City just two months after hijacked airliners slammed into the World Trade Center in the Sept. 11 attacks.

The American Airlines crash was the first time anyone could recall a tail fin and rudder snapping off a commercial plane, creating a mystery that has tested the most advanced theories on the effects of turbulence and aerodynamics on aircraft construction.

American said the design of the flight control system was unique and included an "unexpectedly sensitive" rudder, which caused co-pilot Sten Molin to lose control of the wide-body aircraft shortly after take off.

What the pilots of Flight 587 did not know was that the rudder controls on the A300-600 become increasingly sensitive as airspeed increases," American said.

Airbus blamed the crash on what it called "aggressive" rudder training by American, which it said led Molin to inadvertently mishandle the plane when he encountered turbulence from the wake of a bigger aircraft flying ahead.

"The (co-pilot) did exactly as he was trained to do with predictable fatal consequences," Airbus said.

American said it has found no connection between the airline's training and the crash.

Ted Lopatkiewicz, a safety board spokesman, said the American and Airbus conclusions on the crash would be considered by investigators. "But these are opinions, not factual reports."



 Escrito por Pamplona às 16h29
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