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7E7 Dreamliner

A Boeing fez hoje o lançamento oficial do projeto de seu novo aviao o 7E7 Dreamliner, assinando a encomenda de 50 7E7s para a empresa aeréa  ANA (All Nippon Airways). O pedido da ANA foi o maior pedido comercial da historia da Boeing para um novo modelo.

Mais informações em http://www.newairplane.com/UK/index.htm



 Escrito por Pamplona às 00h07
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Botucatu-Jundiai



 Escrito por Pamplona às 18h09
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Nas asas dos corujões

Renata Ursaia

Em dezembro do ano passado, a Gol lançou os "corujões", vôos noturnos feitos
em geral de madrugada, com tarifas muito reduzidas. A iniciativa se revelou um
sucesso, com o índice de ocupação dos aviões batendo em 95%, contra 60% dos vôos
regulares. A TAM e a Varig entraram nesse mercado no mês passado. As tarifas dos
corujões são semelhantes às praticadas por empresas de ônibus, ou até mais baixas.
Uma viagem entre São Paulo e Rio de Janeiro, num vôo desses, chega a custar 50 reais.
O mesmo trecho, num ônibus executivo, sai por 60 reais, em média. Os passageiros dos
corujões são, em sua maioria, pessoas de baixo poder aquisitivo, que viajam por
motivos estritamente particulares – ou seja, têm um perfil bem diferente do de quem
utiliza com regularidade os serviços das companhias aéreas. Por esse motivo,
dificilmente ocorreria uma migração maciça dos vôos regulares para os noturnos.
Mas uma ameaça paira sobre os corujões, desde que a Vasp, que tenta sobreviver a todo
custo, diminuiu em 80% os preços de 22 trechos diurnos. Com isso, é possível que muitos
usuários dos corujões passem a viajar durante o dia, inviabilizando o mercado da madrugada.
Como é possível pagar tão pouco por um bilhete de corujão? É simples: um avião tem custos
fixos que continuam a existir mesmo quando ele não está no ar. São os gastos com manutenção
seguro e leasing. O que uma companhia cobra num vôo da madrugada serve para cobrir
basicamente os custos variáveis da operação – tais como o combustível, a manutenção adicional
e as horas extras com pessoal. Lucro só quando a companhia obtém um índice de ocupação acima
de 70%. É isso que está ocorrendo.



 Escrito por Pamplona às 03h23
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A febre do vôo barato na Europa

Ruth Costas-Reuters
Passagens aéreas com preços abaixo de 30 dólares provocam uma
revolução no turismo no continente.

Será mesmo possível voar de Milão a Londres por menos de 2 dólares?
É esse o preço anunciado pela companhia aérea irlandesa Ryanair, que
promete passagens de avião mais baratas que um lanche nas grandes capitais
européias. Quando a esmola é muita, faz bem quem desconfia. Acrescentadas
as taxas pelo uso do aeroporto e do espaço aéreo, o preço da viagem sobe
para 17 dólares, mais de oito vezes o anunciado. É, de qualquer forma, uma
pechincha. O mesmo trecho em uma grande companhia tradicional, como a
British Airways, não sai por menos de 80 dólares. Se até pouco tempo atrás
o trem era o meio de transporte preferido de viajantes e mochileiros com
pouco dinheiro no bolso, hoje viajar de avião se tornou a opção mais atraente
na Europa.


Desde que a União Européia desregulamentou os vôos comerciais dentro de suas
fronteiras, em 1997, quase sessenta pequenas companhias aéreas, como a Ryanair
e a inglesa easyJet, levaram a guerra de preços a limites cada vez mais baixos.
Para não ficarem sem passageiros, as grandes empresas nacionais se viram
forçadas a seguir no mesmo trilho, com corte nos custos e descontos no preço
dos bilhetes. Mas, ainda assim, continuam bem mais caras que suas concorrentes.
Chamadas de companhias de baixo custo, essas empresas oferecem um grande número
de vôos dentro da Europa por não mais de 30 dólares. Existem, é claro, certas
desvantagens. O que a Ryanair chama de Milão, trata-se, na verdade, de Bergamo,
cidade a quarenta minutos de carro do centro de Milão. Também é preciso fazer
reserva com antecedência, pois, quanto mais próximo o dia do embarque, maiores
os preços. "Por isso, num mesmo avião há pessoas que pagaram 15 dólares pelo
trajeto e outras que pagaram 150", explica o brasileiro Alexandre Doria, que
trabalha numa empresa aérea tradicional em Dublin, na Irlanda, e viaja em
companhia de baixo custo. "Pago menos do que pagaria comprando a passagem com
desconto a que tenho direito como funcionário", diz.
O que permite passagens baratas é a obsessão por corte de custos. As companhias
operam com um único modelo de avião, o que barateia a manutenção e o treinamento
da tripulação. Utilizam aeroportos secundários, distantes das cidades principais
que cobram taxas menores. O serviço de bordo é praticamente inexistente. Se um
passageiro quiser um café ou um sanduíche, terá de pagar à parte. As reservas são
feitas pela internet, o que simplifica o processo de venda e dispensa o pagamento
de comissão aos representantes e agentes de viagem. A Ryanair, a maior do ranking
das barateiras, tem atualmente uma frota de 74 aeronaves com capacidade média para
150 passageiros e deve receber outra centena de Boeing 737 até 2009. A companhia
opera em dezesseis países e transportou 21 milhões de passageiros no ano passado.
Disposta a cortar os custos cada vez mais fundo, a empresa já anunciou o fim dos
assentos reclináveis. Em breve poderá começar a cobrar dos passageiros que
despacharem as bagagens.
O sucesso dessas companhias é enorme – no mês passado, o número desse tipo de vôo
foi 56% maior em relação a março de 2003. Graças aos preços baixos, os europeus
estão viajando com maior freqüência. A presença de turistas ingleses no continente
triplicou nos últimos três anos e se espera uma avalanche de viajantes americanos
que só agora estão se dando conta de que podem voar barato pela Europa.
No Brasil, a implantação do modelo low-cost esbarrou nas especificidades do
mercado nacional. Apesar de a criação da Gol, que hoje detém 24% do volume de
passageiros em vôos nacionais, ter sido inspirada em companhias de baixo custo
da Europa e dos Estados Unidos, a empresa cobra preços próximos aos de companhias
tradicionais, como a Varig. "Aqui, a demanda fora dos grandes centros é menor que
nos Estados Unidos e na Europa e os aeroportos secundários não têm volume de
tráfego para sustentar a presença de aviões com 150 passageiros", explica Tarcísio
Gargioni, vice-presidente de marketing da Gol. "Além disso, devido à disposição
geográfica das grandes capitais brasileiras, os vôos acabam fazendo muitas conexões
o que encarece o sistema." Por aqui, os preços menores ficam por conta dos corujões
como são chamados os vôos noturnos e das promoções eventuais das companhias aéreas.



 Escrito por Pamplona às 03h18
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Encontrado avião de Saint Exupery, 60 anos após sua morte

MARSELHA, França, 7 Abr (AFP) - Os destroços do avião do escritor e piloto francês Antoine de Saint-Exupery, autor do livro "O pequeno Príncipe", foram descobertos no litoral de Marselha, quase 60 anos após seu desaparecimento, em 31 de julho de 1944, revelaram nesta quarta-feira fontes do departamento de Pesquisas Arqueológicas Subaquáticas e Submarinas (DRASSM).



 Escrito por Pamplona às 10h07
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Meu solo

Pessoal, a pedidos uma foto do meu primeiro voo solo, eu sou o de oculos, e meu instrutor e o que esta de costas

 Escrito por Pamplona às 11h41
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Falece o Brigadeiro Fortunato

Fonte: Força Aérea Brasileira (Centro de Comunicação Social da Aeronáutica)

O Centro de Comunicação Social da Aeronáutica lamenta informar o falecimento do Major-Brigadeiro-do-Ar REF Fortunato Câmara de Oliveira, ocorrido na manhã desta sexta-feira, dia 2 de abril de 2004, em sua residência no Rio de Janeiro.

O Brigadeiro Fortunato nasceu no dia 14 de janeiro de 1916, na cidade do Rio de Janeiro, e participou, como piloto do 1º Grupo de Aviação de Caça, da Segunda Guerra Mundial, nos céus da Itália. Naquela ocasião, cumpriu 56 missões de guerra, regressando ao Brasil no dia 24 de março de 1945.

Entre diversas funções desempenhadas, foi Comandante do 1º Grupo de Bombardeio Leve (A-20) e, em 1947, foi o primeiro Comandante do Primeiro Esquadrão do Décimo Grupo de Aviação (1º/ 10º GAV), que, na época, era sediado em Cumbica-SP.

 

 

Além de piloto, era um artista plástico de renome, reconhecido com vários prêmios por seus desenhos, charges, ilustrações, xilogravuras e quadros, e foi o criador do famoso emblema “Senta a Pua”, do 1º Grupo de Aviação de Caça.

 

Publicou vários livros com ilustrações, alguns infantis, outros didáticos. Entre suas obras, destacam-se os livros “Santos-Dumont” e a história ilustrada da criação do símbolo “Senta a Pua”, intitulada “De como vovô virou avestruz” e dedicada aos netos dos veteranos da caça.

 

Uma missa pela memória do Brigadeiro Fortunato será realizada às 14h30 de sábado, dia 3 de abril, no Terceiro Comando Aéreo Regional (III COMAR - Praça Marechal Âncora, 77 Castelo), no Rio de Janeiro. O enterro ocorrerá às 16h, no Cemitério São João Batista. Na ocasião, serão prestadas honras fúnebres, e aeronaves do 1º Grupo de Aviação de Caça e do 1º/16º GAV vão realizar uma passagem sobre o local em homenagem ao Brigadeiro



 Escrito por Pamplona às 18h26
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Carioca é a 1ª piloto militar da Força Aérea

da Folha de S.Paulo, em Campinas

Um pouso tranqüilo com a aeronave Universal T25, ao som da banda marcial da Aeronáutica, com transmissão para os espectadores de sua conversa com a torre de comando, dois vôos rasantes da Esquadrilha da Fumaça em sua homenagem, além do tradicional mergulho no lago do lachê.

Foi dessa forma que a carioca Fernanda Göertz, 20, se tornou na tarde de ontem a primeira piloto militar a realizar um vôo solo em 91 anos de história da FAB (Força Aérea Brasileira).

"Eu estou muito honrada por protagonizar um feito histórico, mas estou mais feliz por ter conseguido realizar meu primeiro vôo solo", disse Göertz ao descer da aeronave na pista da Academia da Força Aérea, em Pirassununga (213 km de São Paulo).

A carioca, que abandonou o curso de administração de empresas na Universidade Federal de Santa Catarina no segundo ano, foi a melhor colocada entre as 16 mulheres do grupo de cadetes do sexo feminino que estão desde fevereiro de 2003, em Pirassununga.


O dia 26 de março de 2004 será histórico para a Força Aérea Brasileira e, por que não dizer, para as mulheres do Brasil.

Às 11h desta sexta-feira, realizaram vôos solos dois integrantes do 2º Esquadrão do Corpo de Cadetes da Academia da Força Aérea (AFA), denominado Esquadrão Therion. Um deles foi o do Cadete Ydehara, primeiro colocado da turma, e o outro foi o da Cadete Fernanda Görtz, a primeira mulher brasileira a voar sozinha em uma aeronave militar da FAB, o T-25 Universal.

Logo após o pouso, para surpresa da Cadete Fernanda, os controladores de tráfego aéreo lhe transmitiram a seguinte mensagem: “Cadete Fernanda Görtz, Léo uno/dois - Em nome dos Controladores de Vôo da Academia da Força Aérea, parabenizo a primeira Cadete a voar solo em aeronave militar de instrução desta Academia, fato histórico na Força Aérea Brasileira e marco destinado às páginas gloriosas de sua carreira. Sucessos Léo uno/dois”.

Ao estacionar o avião, a Cadete foi inicialmente recepcionada pelo Comandante da AFA, o Brig.-do-Ar Marco Aurélio Gonçalves Mendes, e por todo o Corpo de Cadetes.

Após cumprimentar os presentes, cumpriu as tradições inerentes ao primeiro passo na carreira de piloto militar: o banho comemorativo ao vôo solo. Em seguida ficou à disposição da imprensa para divulgar a sua inédita e histórica experiência.



 Escrito por Pamplona às 22h16
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Rotor blade failure cited in Nevada medical helicopter crash

ASSOCIATED PRESS (colaboração Mamá)

LAS VEGAS (AP) - Rotor blade failure was blamed in the 2002 crash of a medical helicopter that killed three Nevada crew members near Nipton, Calif., the National Transportation Safety Board said.

In findings released Tuesday, the NTSB listed the probable cause of the Sept. 7, 2002, crash of the Mercy Air helicopter as main rotor blade separation, and called darkness a factor.

The final report said crash and fire damage kept investigators from determining why the rotor blade of the Bell 222 helicopter came apart. It said paint chips and rotor parts were found 900 feet from the crash site.

Killed were the pilot, Marshall Butler, 46, nurse Ana Coburn, 30, and paramedic Kalaya Jarbsunthie, 31.

They were based in Pahrump, 60 miles west of Las Vegas, and were flying to a predawn crash in Baker, Calif., when the helicopter crashed and burned about 100 yards off Interstate 15 near Nipton, Calif.

The victims' families have filed a lawsuit in California against International Aviation Composites, the Dallas-Fort Worth, Texas, company that did maintenance work on the blades.

A company official did not immediately respond Thursday to a request for comment.

Leroy Jackson, risk manager for Denver-based Air Methods, Mercy Air parent company, said his company was still investigating the crash.

"We are saddened by the loss of our crew, but we are encouraged that the cause has not been attributed to them," he said.

Information from: Las Vegas Review-Journal



 Escrito por Pamplona às 22h11
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Aeronave faz pouso forçado em avenida de SP e danifica prédio


CARLOS FERREIRA da Folha Online

Um avião de pequeno porte realizou na tarde desta quinta-feira um pouso forçado na avenida João Paulo 1º, na Freguesia do Ó, zona norte de São Paulo. Os dois ocupantes da aeronave, um monomotor Cessna, não ficaram feridos.

Ao pousar, o avião bateu com uma das asas no muro de uma casa, deu um giro de 180º, e danificou a porta de aço de um prédio onde funciona uma empresa que trabalha com telefonia. No momento do acidente, pelo menos quatro pessoas estavam no local. Um porteiro sofreu ferimentos leves na cabeça e em uma das pernas.

Na aeronave, que pertence à ABC Fly, uma escola de formação de pilotos, estavam o piloto Glédson Guimarães Teixeira, 24, e Felipe Matos Canto, 17, aluno da escola. Os dois seguiam de Jundiaí (60 km de SP), onde Canto teve aulas de vôo, para o Campo de Marte.


R.Cavallari/Folha Imagem
Cessna faz pouso forçado e danifica porta de prédio

O pouso forçado, segundo o piloto, foi realizado devido a uma pane no motor, que parou de funcionar. "Tive cerca de 30 segundos para encontrar um lugar para pousar. Aqui em São Paulo não tem lugar. A única avenida que eu encontrei foi essa", afirmou Teixeira.

Ainda segundo Teixeira, o monomotor ainda tinha combustível. "Não foi falta de combustível. Eu chequei e vi que ainda havia combustível suficiente para pelo menos uma hora de vôo. Não sei o que aconteceu", disse.

Investigações

Técnicos do DAC (Departamento de Aviação Civil) estiveram no local para realizar as primeiras inspeções na aeronave.

De acordo com o major Rogério Fanin, do DAC, foi constatado que o monomotor ainda tinha combustível. "O que nós vemos é que houve uma parada do motor. Porém, só a perícia técnica, com a desmontagem do motor, é que pode afirmar o que causou esta parada", disse.

O major afirmou que uma aeronave como a que sofreu a pane está sujeita a falhas, já que o avião não é novo. "Mas nós não temos nenhuma hipótese para o que ocorreu. Só saberemos ao final das investigações."

A expectativa é de que o resultado final da perícia que será realizada na aeronave seja divulgado em até 60 dias.



Revisão e prejuízo

O empresário José Luís Matos, dono da ABC Fly, disse que o Cessna prefixo PT-KYB, de cerca de 20 anos de uso, está com as revisões e manutenção em dia. "Quanto a isso estamos tranqüilos, está tudo em dia. Isso nunca havia acontecido com a gente antes", disse.

Luís Matos afirmou que a aeronave custa cerca de US$ 25 mil e que tem seguro. Ela teve avaria nas extremidades das duas asas e perdeu o trem de pouso dianteiro.

O empresário disse que o seguro também vai cobrir os prejuízos da empresa de telefonia, que teve a porta destruída.



 Escrito por Pamplona às 21h57
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