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Festa de 35 anos da Embraer



 Escrito por Pamplona às 23h16
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Testes agitam corrida privada ao espaço

SALVADOR NOGUEIRA
da Folha de S.Paulo
"Sábado estava um dia perfeito para voar", descreveu John Carmack, engenheiro-chefe da Armadillo Aerospace, ao justificar as preparações para o lançamento de seu foguete, sob o céu azulado do Texas. Pelos planos modestos da equipe, o veículo deveria ter subido uns 200 metros. E subiu.
Mas algo deu errado. A nave desceu dando piruetas, caiu de lado e se espatifou no chão, menos de 20 segundos após a decolagem. Moral da história: "US$ 35 mil de foguete agora são um monte de destroços de primeira qualidade do Armadillo", ponderou Carmack, no site do grupo (
www.armadilloaerospace.com), onde é possível ver o vídeo do esforço.
Essa é uma das histórias menos glamourosas, mais emblemáticas e cada vez mais recorrentes da corrida pelo Prêmio X Ansari --uma bolada de US$ 10 milhões a ser oferecida ao primeiro grupo privado que conseguir lançar uma nave espacial com capacidade para três pessoas a cem quilômetros de altitude, duas vezes, num prazo de duas semanas.
A competição, criada pela Fundação Prêmio X, de St. Louis, EUA, conta com participantes dos quatro cantos do mundo. A idéia é estimular o desenvolvimento de naves de baixo custo, principalmente para aplicações em turismo espacial.
Carmack é engenheiro e co-fundador da empresa id Software, criadora da série de jogos de computador "Doom". Com o dinheiro ganho com os games, ele lidera uma das 26 equipes na disputa.
O teste de seu veículo, uma versão não-tripulada da nave com que pretendia disputar o Prêmio X, ocorreu há três semanas, quando outros times também começaram a mostrar serviço.
Aquecendo os motores
A coisa esquentou depois que a Scaled Composites, empresa de aeronaves leves da Califórnia, anunciou sua intenção de tentar vencer a competição entre os dias 29 de setembro e 4 de outubro.
Não se trata de blefe. Liderados pelo legendário engenheiro aeroespacial Burt Rutan, homem que criou o primeiro avião a circular o mundo sem reabastecimento, e financiados pelo milionário Paul Allen, co-fundador da Microsoft, os técnicos da Scaled já promoveram um vôo bem-sucedido ao espaço com sua nave, um planador-foguete chamado SpaceShipOne, em 21 de junho.
Pretendem repetir o feito no fim de setembro e ganhar os US$ 10 milhões --metade do valor investido na criação da nave. O anúncio foi feito no final de julho, cumprindo a exigência de que todas as tentativas sejam comunicadas com 60 dias de antecedência.
Uma semana depois, o grupo canadense Da Vinci Project, liderado pelo engenheiro Brian Feeney, anunciou que também faria uma tentativa de capturar o prêmio, com o primeiro vôo em 2 de outubro. O financiamento veio do GoldenPalace.com, o maior cassino virtual do mundo. É, de fato, uma aposta ousada. Feeney ainda não promoveu um vôo sequer.
"Podemos fazer alguns testes de descida da cápsula, mas não vamos anunciar esses eventos", afirmou o canadense, durante o anúncio da data para seu vôo.
Retardatários
A essa altura, somente se esses dois grupos falharem, algum dos outros 24 terá a chance de vencer. Mas as equipes não desistem. Carmack já prometeu que reconstruirá sua nave, numa versão aperfeiçoada, e voltará a voar.
Outros grupos também continuam trabalhando a todo vapor. No dia seguinte à destruição do protótipo do Armadillo, o grupo americano Space Transport Corporation, de Washington, lançou uma versão em escala reduzida de seu foguete Rubicon-1. O veículo explodiu no ar, após atingir parcos 60 metros de altitude.
Os resultados negativos são esperados --e bem-vindos. Pelo menos é o que defende o engenheiro e médico americano Peter Diamandis, o criador do Prêmio X. "Tentar algo novo e revolucionário envolve riscos significativos, a maioria das novas estratégias não funciona", ele diz.
Por isso, prossegue, os programas espaciais governamentais são tão caros: não se pode arriscar. A prioridade é não perder vidas e causar comoções nacionais.
Na corrida pelo Prêmio X, apesar dos riscos, até agora, ninguém morreu. E nem tudo é fracasso. No sábado passado, a equipe Canadian Arrow, rival canadense do Da Vinci Project, realizou com sucesso o teste de descida com pára-quedas de sua cápsula. O foguete é baseado no consagrado modelo V-2, desenvolvido pelo alemão Wernher von Braun durante a Segunda Guerra Mundial.
Um dia antes, as boas novas vieram da América do Sul. O grupo liderado pelo engenheiro argentino Pablo de Leon reportou sucesso no teste da torre de ejeção de seu foguete, o Gauchito, num modelo em meia escala. "É um importante marco", diz Leon.
Ele não tem mais esperanças de vencer o Prêmio X, mas diz que ainda assim irá concluir o projeto. E, como único concorrente da América Latina, espera representar mais que a Argentina. "Se conseguirmos, representaremos todos os países latino-americanos também --a criatividade de nosso povo e a habilidade de trabalhar com pequenos orçamentos e fazer grandes coisas", orgulha-se.
Segunda fase
Enquanto isso, a empresa britânica Starchaser Industries, liderada pelo fogueteiro Steve Bennett, está abrindo escritórios no Novo México, nos EUA. Bennett, que detém o recorde pelo maior foguete particular já construído na Europa, disse que pretende iniciar operações de lançamento em solo americano a partir de 2006. Por quê? É lá, segundo seus organizadores, que acontecerá a segunda etapa na revolução espacial impulsionada pelo Prêmio X.
Os promotores da competição já fecharam um acordo com o governo daquele Estado americano para lá reunir as equipes participantes anualmente e promover a chamada Copa Prêmio X. Será uma espécie de "Fórmula-1 espacial", em que os times disputarão, ao longo de uma ou duas semanas, prêmios específicos por número de lançamentos, número de pessoas transportadas, altitude atingida, e assim por diante.
Diamandis acredita que cerca de um terço das equipes que disputam o Prêmio X será capaz de iniciar operações tripuladas em dois ou três anos. E o custo de um pequeno vôo até o espaço será bem menor. Hoje, um turista que queira voar numa nave russa Soyuz precisa desembolsar cerca de US$ 20 milhões. Um vôo na SpaceShipOne, de Burt Rutan, não custaria mais que US$ 100 mil.


 Escrito por Pamplona às 19h33
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Avião da British Airways faz pouso de emergência em Montreal

da France Presse, em Montreal (Canadá)
Um Boeing 747 da British Airways que transportava 302 passageiros de Phoenix (Arizona, EUA) para Londres teve que fazer um pouso de emergência na madrugada deste domingo no aeroporto Pierre-Elliot Trudeau, em Montreal, devido a problemas técnicos, informou um porta-voz da companhia aérea britânica.
"O vôo BA 288 foi desviado para o aeroporto Pierre Elliott Trudeau, em Montreal, às 3h da manhã, quando o capitão sentiu cheiro de queimado na cabine", disse Honor Verrier. "Os passageiros desembarcaram normalmente", acrescentou.
Os técnicos do aeroporto concluíram que o problema teve origem no sistema de ar-condicionado do avião.


 Escrito por Pamplona às 19h29
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Queda de avião mata 25 pessoas na Venezuela

da Folha Online
Um avião da Força Aérea venezuelana, que transportava 25 pessoas --três tripulantes e 22 passageiros--, caiu na noite de ontem matando todos que estavam a bordo, informou um porta-voz do Centro de Procura e Resgate da Aviação Civil venezuelana.
Segundo ele, equipes de resgate localizaram os restos do avião por volta da meia-noite perto de Mariara, no Estado de Carabobo, e afirmaram que não havia nenhum sobrevivente.
De acordo com o porta-voz, cujo nome não foi divulgado pelas agências de notícias, os passageiros do avião eram militares e civis. Entre eles, havia cinco crianças.
Um comunicado da equipe de resgate da Força Aérea afirmou que o avião decolou da base militar em La Orchilla, 180 km norte de Caracas (capital), na tarde de ontem e dirigia-se para uma outra base em Maracay, cerca de 70 km oeste de Caracas.
Até o momento, as autoridades venezuelanas ainda não sabem dizer o que teria causado a queda da aeronave.


 Escrito por Pamplona às 19h29
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Choque entre aviões mata duas pessoas na França e deixa três mortos perto de Los Angeles

da France Presse, em Lyon
Duas pessoas morreram na manhã desta segunda-feira no choque de um avião de combate francês Mirage 2000 com um motoplanador ULM perto da cidade de Clermont Ferrand (centro), anunciou o Ministério da Defesa em um comunicado.
O avião de combate, que havia decolado da base aérea de Istres (sudeste), fazia um vôo de treinamento quando se chocou com o ULM, matando seus dois ocupantes. O Mirage envolvido no acidente conseguiu aterrissar no aeroporto de Clermont Ferrand.
Ontem, ao menos três pessoas morreram no choque entre dois pequenos aviões, quando sobrevoavam a costa da Califórnia, informaram autoridades da aviação americana. A colisão aconteceu a cerca de 100 metros da praia de Malibu.
As equipes de socorro enviadas para a região "não acreditam que possa haver sobreviventes", disse Don Walker, da Administração Federal de Aviação.


 Escrito por Pamplona às 19h28
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Boeing da Varig faz pouso forçado em Belo Horizonte

Belo Horizonte - Uma pane em uma das turbinas do boeing 767-300 da Varig, que fazia o trajeto de Guarulhos para Recife, obrigou o piloto da aeronave a fazer um pouso de emergência no aeroporto de Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte. Apesar do problema técnico e da mudança de rota, o avião fez um pouso tranqüilo. A aeronave pousou no aeroporto mineiro pouco depois das 17 horas. Com o incidente, os 172 passageiros que seguiam no avião foram obrigados a desembarcar e permanecer no saguão do aeroporto.

O motivo do problema na turbina ainda não foi esclarecido. A Varig informou que a aeronave permanecerá estacionada no hangar da empresa no aeroporto de Confins, onde passará por uma inspeção de sua equipe de manutenção. Já os passageiros serão transferidos para o vôo que segue do aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, para Fortaleza. A previsão era de que a aeronave deixasse o aeroporto mineiro, levando os passageiros para o Nordeste, às 21 horas.



 Escrito por Pamplona às 19h25
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Embraer entra no mercado americano de defesa

Agências Internacionais
Globo Online
WASHINGTON e SÃO PAULO - A americana Lockheed Martin venceu concorrência para desenvolver aviões de vigilância para o Exército dos Estados Unidos, um negócio de US$ 7 bilhões e US$ 8 bilhões, e usará o avião regional ERJ 145, da Embraer, como plataforma para a nova aeronave. Para a Embraer, o contrato marca sua entrada no mercado americano de defesa. Com isso, ela levará adiante seu projeto de montagem de unidade industrial em Jacksonville, na Flórida, informa a edição desta terça-feira do jornal "Valor", citando agências internacionais.
Na noite desta segunda-feira, a Embraer divulgou comunicado celebrando a vitória do consórcio.
Segundo a agência Reuters, a parceria da Embraer com a Lockheed Martin foi firmada em julho de 2003, pouco após a fabricante brasileira ter anunciado a construção de sua unidade industrial na Flórida para produzir jatos de defesa. Pelas leis americanas, só empresas instaladas no país podem ser fornecedoras do Exército.
A aeronave da Embraer já se encontra em operação em todo o mundo. Mais de 750 jatos desse modelo foram entregues a companhias aéreas, sendo mais de 500 nos EUA.
Enquanto a Lockheed Martin usará o ERJ-145, da Embraer, como plataforma para a nova aeronave de vigilância, a Northrop tinha como suporte o G450, novo jato executivo produzido pela Gulfstream Aerospace, da General Dynamics.
A Harris Corporation também faz parte do consórcio, que é liderado pela Lockheed Martin.
A entrada no maior mercado de defesa do mundo faz parte da estratégia da Embraer de diversificar sua receita - hoje concentrada na aviação comercial. Segundo a Embraer, muitos dos componentes e equipamentos do ERJ 145 são fornecidos por fabricantes dos EUA e parceiros, como Rolls Royce (Indiana), Honeywell (Arizona) e outros espalhados em 22 estados do país.
Ainda segundo a Reuters, a próxima geração do sistema de inteligência, vigilância e reconhecimento do exército dos EUA também vai substituir os aviões de vigilância EP-3 da Marinha. Os jatos terão uma variedade de sensores para detectar, identificar, localizar, rastrear e rapidamente disseminar dados para caças, de acordo com informações em relatório do Exército.
O Exército espera receber o primeiro jato em 2009 e ter a completa substituição da frota atual até 2017. A Marinha receberia suas primeiras unidades em 2012.



 Escrito por Pamplona às 21h34
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Angelina Jolie assusta seu instrutor

Todos dizem que Angelina Jolie, 29, é capaz de deixar qualquer homem sem palavras e seu ex-instrutor de vôo provou que isso é verdade.
De acordo com a revista TeenHollywood a estrela de Tomb Raider estaria tentando conseguir a licença para ser piloto de aviões junto ao aeroporto de Santa Monica em Los Angeles. Para isso contratou um professor, mas o homem ficou tão nervoso na frente da atriz, que mal conseguia falar, e muito menos lhe ensinar alguma coisa.
Angelina Jolie foi obrigada a dispensar o rapaz e estaria atrás de um novo instrutor. Algum candidato por aqui?



 Escrito por Pamplona às 21h29
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Avião faz manobra para evitar colisão e fere 25 em Portugal

da agência Lusa
Ao menos 25 pessoas ficaram feridas nesta sexta-feira quando o avião da TAP Air Portugal em que estavam foi forçado a fazer uma manobra brusca para evitar colidir com outra aeronave. O acidente aconteceu pouco antes de aterrissar na ilha Terceira, no arquipélago português dos Açores.
De acordo com a TAP, 23 passageiros e dois tripulantes sofreram ferimentos, "em princípio sem gravidade". O avião, que havia decolado de Lisboa, transportava 133 passageiros e oito tripulantes.
"O fato de alguns passageiros não estarem com cinto de segurança pode ter causado os ferimentos", afirmou a empresa, acrescentando que depois da aterrissagem os passageiros foram atendidos e alguns deles levados para um hospital local.
"Ao se aproximar do aeroporto, e diante do alerta de colisão, o comandante teve de 'forçar' uma descida rápida", segundo o comunicado.
O acidente registrado hoje com o avião da TAP é o primeiro dos últimos 50 anos neste aeroporto, que serve a aviação civil e militar na ilha Terceira, de acordo com uma fonte militar.

 Escrito por Pamplona às 19h27
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Bird Strike



 Escrito por Pamplona às 19h19
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Nova tecnologia permite uso de celular em aviões

da BBC Brasil (JONATHAN DUFFY)

Os aviões constituem hoje um dos poucos lugares em que as pessoas estão livres do toque de um telefone celular. Mas isso pode estar mudando.
No começo do mês, a American Airlines apresentou um novo sistema para permitir o uso de celulares durante o vôo. A fábrica de aviões Airbus está desenvolvendo uma tecnologia própria com o mesmo objetivo.
Hoje em dia já existem algumas empresas aéreas que permitem o acesso à internet para quem viaja com seu laptop e dispõe de conexão sem fio à rede. Mas outras empresas proíbem até mesmo que os passageiros joguem uma partida de Gameboy.
As regras para uso de equipamentos eletrônicos a bordo de aviões são notoriamente complexas e contraditórias e variam de país a país.
No Reino Unido, por exemplo, a maioria das empresas aéreas veta o uso de celulares durante todo o tempo em que o passageiro estiver no avião, embora algumas tenham relaxado a regra se há um atraso prolongado na decolagem.
Há dois motivos para isso. Em primeiro lugar, as ondas de rádio emitidas pelos telefones celulares podem afetar os sistemas de comunicação usados pelos pilotos ou derrubar os sistemas de controle do avião.
Mas, nos Estados Unidos, os passageiros estão tendo maior margem de manobra desde que várias empresas aéreas permitiram o uso dos celulares enquanto o avião estiver manobrando no aeroporto.
CD não pode
Outros aparelhos eletrônicos, como laptops, toca-MP3, palm tops e videogames de bolso, em geral, são permitidos enquanto o avião não está nem decolando nem pousando.
Mas há casos particulares --como o da irlandesa Aer Lingus, que proíbe o uso de CD-players, mas libera o de laptops, mesmo que eles tenham um CD-player embutido. (A empresa está mudando estas normas.)
Novas tecnologia de acesso sem fio à internet, como Bluetooth e Wi-fi, só ajudam a tornar a situação ainda mais complicada.
As diferenças nas regras se devem ao fato de que as empresas aéreas elaboram suas próprias normas com base em diretrizes vigentes em cada país.
Mas alguns passageiros não se convencem da propriedade das regras e têm destacado essa falta de consistência para argumentar que as empresas estão se baseando mais em palpites do que em ciência de verdade.
Nos Estados Unidos, uma equipe de especialistas em aviação têm tentado elaborar uma política mais coerente.
Ainda neste ano espera-se que eles recomendem novas regras que, de acordo com Dave Carson, da Boeing, um dos membros da equipe, poderia viabilizar a implantação de sistemas de telefonia celular dentro dos aviões, assim como mais modalidades de acesso sem fio à internet.
Discussão
Mas em que medida os telefones celulares e outros equipamentos realmente ameaçam a segurança de uma aeronave?
Este é um tema que ainda gera muita discussão.
Afinal de contas, em qualquer vôo sempre há um punhado de passageiros que simplesmente esquece de desligar seus celulares. Apesar disso, no ano passado, o órgão que regula a área de segurança aérea nos Estados Unidos disse que nenhum acidente até o momento foi causado pela interferência de equipamentos eletrônicos a bordo do avião.
Por outro lado, uma pesquisa publicada no ano passado pela Autoridade Britânica de Aviação Civil concluiu que os sinais recebidos por telefones celulares afetavam os sistemas de navegação dos aviões.
A entidade afirma que já registrou alguns incidentes com telefones celulares interferindo com os sistemas de comando de aeronaves.
Todos os equipamentos eletrônicos emitem radiação eletromagnética. Alguns, como os telefones celulares, fazem isso de forma intencional a fim de atingir uma estação-base. Outros, como CD players, lançam radiação de forma não-intencional e têm baixos níveis de emissão.
Quando dois aparelhos estão próximo um do outro, o pulsos eletrônicos podem causar interferência mútua e, teoricamente, mau funcionamento.
Bebê
O potencial para este tipo de coisa foi ilustrado no ano passado, quando pilotos voando sobre o aeroporto de Luton, perto de Londres, captaram os sons de um bebê chorando enquanto tentavam fazer comunicação com as torres de controle.
Posteriormente foi descoberto que o problema se deveu a uma babá eletrônica adaptada encontrada em uma casa nas proximidades.
Tecnologias modernas têm tornado o problema mais grave. Equipamentos digitais, como CD players, emitem mais radiação que os velhos aparelhos de som, enquanto os aviões mais avançados substituíram instrumentos hidráulicos por microchips.
Além disso, empresas de telefonia celular dizem que o uso de celulares nos aviões pode atrapalhar o funcionamento de suas redes terrestres, já que as antenas não suportam o trabalho exigido pela transmissão de um sinal emitido por um telefone que está viajando a 800 km/h.
Mas a idéia de que um laptop pode, inadvertidamente, derrubar um avião é improvável, afirma Peer Kerry, que dirige um painel de especialistas internacionais sobre interferência de ondas de rádio.
"Na verdade, parece haver muito pouco problema", diz Kerry.
"As empresas aéreas precisam ser supercuidadosas, mas isso não é ruim. Não importando se o risco é grande ou pequeno, ninguém quer ser responsável pela queda de um avião."

 Escrito por Pamplona às 19h17
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Incidente com avião da AirTran



 Escrito por Pamplona às 19h14
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Piloto de helicóptero que caiu sofre ferimentos leves

da Folha Online (20/08/2004 - 13h38)
O piloto Márcio Mattoso de Almeida, 44, que estava no helicóptero que caiu na manhã desta sexta-feira na praia de Itaipu, em Niterói (13 km do Rio), sofreu ferimentos leves. Ele saiu do aparelho e se jogou no mar.
Segundo o Corpo de Bombeiros, a hélice superior do helicóptero bateu na água quando Almeida tentava fazer um retorno, por causa da forte neblina que atingiu a região.
Com o impacto, o piloto perdeu o controle do aparelho. Ele percebeu que o helicóptero iria cair e se jogou no mar antes, perto da ilha da Mãe. A aeronave afundou.
O helicóptero voava próximo ao mar por causa da neblina. Ao perceber que a visibilidade não iria melhorar, Almeida decidiu retornar.
O aparelho, de uma empresa de táxi aéreo, havia saído do Rio e seguia para Cabo Frio, onde Almeida pegaria passageiros.

 Escrito por Pamplona às 18h41
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Lula decide que governo fará acordo para salvar a Varig

Zero Hora, Porto Alegre 10/08/2004
Negociação deverá beneficiar grandes companhias aéreas do país
O governo está finalizando as negociações com diversos setores federais e privados para tentar resolver o problema financeiro que a Varig está enfrentando, com o objetivo de evitar a quebra da companhia. Na tarde de ontem, houve uma reunião no Palácio do Planalto entre técnicos de vários órgãos do governo. Por isso, chegaram a circular informações de que as negociações estavam em fase final.
O fechamento do acordo ainda depende da busca de soluções jurídicas para algumas questões e da palavra final do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que já tomou a decisão política de resolver o problema.
O acordo para salvar a Varig, que está sendo chamado de Proar (em uma alusão ao programa de socorro aos bancos privados do governo de Fernando Henrique Cardoso, o Proer), deverá beneficiar também as demais grandes empresas do setor, como a Vasp, a TAM e até a saudável Gol. A Transbrasil que, apesar de não estar voando, ainda tem sérios problemas contábeis a resolver, seria também beneficiada.
A decisão de salvar a Varig foi tomada pessoalmente pelo presidente Lula, que determinou ao ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, entrar no circuito e operacionalizar a solução dos problemas da empresa. Lula tem insistido que a Varig não pode quebrar, pois a marca se confunde com o Brasil no Exterior. Por isso, quer que a Casa Civil e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) encontrem um meio de resolver as pendências da empresa.
Pacote prevê formação de nova empresa
Pela proposta em estudo, a ajuda às companhias via BNDES será para o pagamento dos débitos da empresa com a União, com o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) e Receita Federal. Os demais estão sendo renegociados de outras formas, individualmente.
O estudo prevê ainda que a marca Varig continue a existir, embora uma nova empresa jurídica vá nascer do acordo e da ajuda financeira do BNDES e de outras empresas privadas.
As dívidas da Varig com outros setores do governo, como Petrobras e Infraero, estão sendo negociadas em outro nível. Ainda dentro do mesmo pacote que está sendo discutido com a empresa, a Fundação Ruben Berta, controladora da companhia, teria bastante diminuída a sua participação acionária no novo conglomerado.  
 O perfil
A Varig encerrou o ano passado com frota de 86 aeronaves e 12 mil funcionários. A companhia registrou, de janeiro a setembro, prejuízo de R$ 533,4 milhões. No período, sua participação de mercado foi de 33,67%


 Escrito por Pamplona às 01h07
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O Força Aerea 1 ja recebeu a pintura Brasileira



 Escrito por Pamplona às 01h05
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Gato ataca piloto e obriga tripulação a voltar a aeroporto

(Agencia Reuters-Terça, 10 de agosto de 2004)

Um gato que estava solto em um vôo comercial que partiu da Bélgica atacou um piloto e obrigou a tripulação a retornar com a aeronave para o aeroporto. O gato cinzento, chamado de "Gin", escapou de sua gaiola cerca de 20 minutos depois de o avião decolar e correu para a cabine de piloto, onde arranhou o co-piloto, disse a SN Brussels Airlines na terça-feira.

O vôo, com 62 pessoas a bordo, saiu de Bruxelas rumo a Viena na segunda-feira, quando o gato, um animal premiado que costuma viajar para participar de exposições em todo o mundo, começou a andar pela cabine de passageiros.

"O passageiro estava dormindo e naquela hora o gato conseguiu escapar da gaiola", disse um porta-voz da companhia.

O gato conseguiu entrar na cabine enquanto uma comissária de bordo servia o almoço para os pilotos.

O animal assustado estava "muito agressivo e arranhou o co-piloto", obrigando a tripulação a voltar para o aeroporto, disse o porta-voz.

Os passageiros foram colocados em outro vôo para Viena, sem o gato e o seu dono, que tiveram que embarcar em outro avião.



 Escrito por Pamplona às 00h55
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Aproximação



 Escrito por Pamplona às 22h26
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Pouso



 Escrito por Pamplona às 22h14
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