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Falta de comida obriga astronautas a fazer regime

Estação Espacial Internacional só receberá mantimentos no dia 25

Warren E. Leary
Em Washington


Funcionários da Nasa anunciaram nesta quinta-feira (09/12) que pediram aos dois astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional que reduzissem a quantidade de calorias ingeridas devido à escassez de alimentos.

Os suprimentos de alimentos e água na estação atingiram níveis tão reduzidos que, caso o veículo de carga russo que deve chegar em 25 de dezembro apresente algum problema sério ou sofra um atraso significante, os astronautas, um norte-americano e um russo, terão que abandonar a estação e retornar à Terra meses antes do planejado, disseram os funcionários da Nasa.

O gerente da estação espacial na Nasa, Wiliam Gerstenmaier, disse que a situação é controlável se nenhum fato inesperado ocorrer. Mas Gerstenmaier disse que itens de consumo como comida, água e até mesmo lâmpadas elétricas têm representado um desafio para os técnicos desde que os ônibus espaciais deixaram de voar devido ao desastre com a Columbia em 2003.

"Não é algo fácil e serão necessários muitos sacrifícios", disse ele em uma coletiva à imprensa no Centro Espacial Johnson, em Houston.

"A remessa a ser feita pela espaçonave robotizada de carga Progress, carregada de alimentos e água, é bastante crítica; não há dúvidas quanto a isso", disse Gerstenmaier.

De acordo com ele, estão sendo elaborados planos para que a tripulação volte à Terra, caso a Progress seja destruída durante o lançamento ou, por algum motivo, não consiga se atracar à estação.

No momento, a estação possui uma reserva de alimentos suficiente para um período entre sete e 14 dias, segundo o ritmo de consumo atual, disse Gerstenmaier, e a tripulação começará a desligá-la para o caso de uma partida no início do mês que vem na nave de salvamento Soyuz.

A diretora de vôo da missão, Annette Hasbrook, disse que a estação poderia ficar desabitada com segurança por meses, embora até o momento ela só tenha ficado vazia durante as caminhadas espaciais dos astronautas.

Tal ação exigiria que alguns equipamentos fossem desligados, que as escotilhas internas fossem fechadas e que os instrumentos eletrônicos fossem regulados de forma a permitir que a estação pudesse ser controlada da Terra.

Com a suspensão dos vôos da frota de ônibus espaciais norte-americanos desde o desastre com a Columbia, em 1º de fevereiro de 2003, a estação perdeu a sua principal fonte de suprimentos.

Os ônibus espaciais voavam regularmente até a estação com toneladas de alimentos, água, equipamentos e experiências científicas, assim como com novos membros para a tripulação. Sem os ônibus, a estação tem dependido exclusivamente da nave russa Soyuz para a troca de tripulação e das naves de carga Progress, capazes de levar cerca de 2,5 toneladas de material, cerca de um terço da capacidade dos ônibus espaciais.

A fim de conservar a reserva de suprimentos, as 16 nações envolvidas no projeto concordaram em reduzir o tamanho das tripulações de três para dois astronautas. A atual tripulação --o comandante norte-americano, Leroy Chiao, e Salizhan S. Sharipov, o engenheiro de vôo russo-- chegou à estação em meados de outubro para uma temporada de seis meses a bordo.

Gerstenmaier disse que a equipe que controla o programa gostaria de manter uma reserva de comida e água para 45 dias e que já se chegou próximo a tal reserva por várias vezes enquanto eram aguardados os vôos de reabastecimento da Progress. Ele explicou que, antes de a atual tripulação ser enviada à estação, os encarregados da missão descobriram que a reserva de suprimentos atingiria um nível baixo e fizeram planos para tal eventualidade.

Sean Roden, o médico de vôo dos astronautas da Nasa, disse que não será exigido da tripulação que faça uma dieta drástica. Ao modificar os planos de refeições, os gerentes querem que os astronautas reduzam a sua ingestão normal de 3.000 calorias em 5% ou 10%, mantendo as suas rotinas normais de exercícios e trabalho.

Ainda não foi imposta nenhuma restrição quanto ao consumo de água, já que, segundo Roden, as reservas serão abundantes até meados de janeiro. "Eles contarão com o mesmo equilíbrio nutricional que tinham antes", acrescentou.

Parte do atual racionamento se deve aos atrasos dos russos na última remessa feita pela Progress, que foi adiada de novembro para o final deste mês, dizem funcionários da Nasa. Além disso, parte da comida teve que ser removida de uma remessa anterior devido à necessidade de enviar peças sobressalentes para um gerador russo de oxigênio que apresentou defeitos.

Os controladores da missão, russos e norte-americanos, descobriram na semana passada que a atual tripulação começou a utilizar reservas de alimentos com semanas de antecedência. Foi pedido aos astronautas que realizassem três inventários de alimentos, que confirmaram que a reserva de suprimentos era menor do que o esperado.

Gerstenmaier disse que uma equipe foi encarregada de examinar o estoque a bordo da estação e melhorá-lo. Parte do problema é que a comida está armazenada em pacotes colocados em vários locais da estação, de forma que a tripulação tem dificuldades de manter controle sobre o estoque.

A próxima remessa da Progress incluirá 680 litros de água e comida suficiente para cem dias, disseram os funcionários da Nasa. Estarão também a bordo da Progress 5,4 quilos de equipamentos para novas experiências científicas, assim como uma remessa de produtos como pilhas, lâmpadas e roupas.

Gerstenmaier disse ainda que haverá espaço a bordo da lotada nave espacial de carga para a inclusão de presentes de Natal para a tripulação, além de "algumas coisas agradáveis".

Tradução: Danilo Fonseca


 Escrito por Pamplona às 14h04
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Huge parachute designed to save crashing planes

Wednesday, December 22, 2004 Posted: 8:03 PM EST (0103 GMT)

WASHINGTON (AP) -- Canadian rancher Albert Kolk's small plane banked uncontrollably in darkness over the Monashee mountains, then began spiraling toward earth. "Seat belts!" he barked to his teenage grandson and two young friends. Then he reached for a red lever in the cockpit.
Suddenly, an orange-and-white parachute as big as a house opened above the plane and gently landed his stricken aircraft in a rocky clearing.
If the Minnesota-based maker of the parachute that saved Kolk's life this past spring succeeds, one day commercial aircraft like regional commuter jets may have similar safety systems. First, though, there's the challenge of creating a parachute robust enough to rescue bigger, faster planes.
"Weight and speed are always the challenge," acknowledged Robert Nelson, chairman of Ballistic Recovery Systems Inc., which sold about 500 of its $16,000 parachute systems this year for use by small private planes and pilots like Kolk.
The company's most advanced parachute right now can accommodate nearly 4,000 pounds. While small planes can weigh up to 2,000 pounds and cruise about 175 miles per hour, regional jets weigh 80,000 pounds and fly at more than 600 miles per hour.
That's why Ballistic Recovery Systems is working with NASA -- which gave it $670,000 for research -- to design a new generation of emergency parachutes that would work on small jets and could be steered by pilots as they drift to the ground.
Kolk, who was piloting his private plane April 8 from Seattle to his ranch in British Columbia, remembered reaching for the parachute handle as his plane slipped into a dangerous flat spin over the mountains in British Columbia, "like how a dog chases its tail."
A seasoned pilot, Kolk said he had never experienced such a disaster in over a decade of private flying.
"I knew I was in trouble. I couldn't straighten out," Kolk said. "When that chute opened, it was a peaceful, wonderful feeling."
Kolk's experience is one of four cases where parachute-equipped planes landed safely beneath a canopy since U.S. regulators approved the system six years ago. Ballistic Recovery Systems, based in St. Paul, Minnesota, says eight lives were saved in those four incidents, plus dozens of other people in accidents involving smaller parachute-equipped ultralight planes that resemble motorized gliders.
The parachute, stored behind the rear seats in small planes, is fired with a rocket through the rear windshield; it's attached with high-strength lines to the plane's wings, nose and tail.
They are increasingly popular among private pilots, and for good reason: The government said 626 people died in general aviation crashes in 2003, compared with 81 people aboard commercial airlines.
Aviation experts question whether parachutes will ever be attached to the largest passenger jets, such as the Boeing 747, which weighs more than 900,000 pounds. "The speed and weight of those planes would seem to preclude a system like that," said James Hall, former chairman of the National Transportation Safety Board.
Most of the estimated 500 parachute systems Ballistic Recovery Systems sold in 2004 went to aircraft manufacturer Cirrus Design Corp. of Duluth, Minnesota, which includes them as standard equipment on its line of small private planes. U.S. regulations allow owners of some Cessna small planes to install parachutes, but only about a dozen have bought the add-on equipment so far.
Brent Brown, a lawyer in Roanoke, Virginia, was having one added to his plane. Brown, who often flies twice a week over the mountains in western Virginia, said he couldn't imagine choosing to save money by not adding the new safety equipment. "I would feel awful silly on that terrible, terrible ride down," Brown said.
The emergency parachutes aren't flawless. Two families in Syracuse, New York, are suing Cirrus, Ballistic Recovery Systems and others for a combined $67.5 million over a fatal crash in April 2002. The case is pending in federal court.
The families said the pilot, a plastic surgeon who bought the plane six days earlier, tried to open the parachute but it failed. Defense lawyers have denied the system malfunctioned, and federal investigators concluded the parachute never opened "for undetermined reasons."
In another accident, one month before the Syracuse crash, pilot Paul Heflin of Lexington, Kentucky, repeatedly pulled hard on the parachute handle when his plane began a steep, uncontrolled dive from 3,000 feet. "He was pulling for his life," recalled Heflin's passenger, Benjamin Ditty. Both suffered minor injuries but walked away from the wreckage.
The parachute popped open just after the plane crashed, "which was not too convenient for us," Ditty said. Months after Heflin's crash, Cirrus ordered all its customers to immediately replace a vital cable in the parachute system.
Heflin said he still has faith in the parachute, but Ditty -- who also flies -- said he would never rely on one again. "It was supposed to work," he said.
Some pilots insist they'll never fly without a parachute.
"People are crazy not to fly with them," said William Graham of San Diego, an instructor pilot whose plane landed beneath a parachute this spring near Stockton, California, after it unexpectedly flipped upside down at 16,000 feet. Graham, who was flying with his wife, Barbara, said they drifted onto a farm field so gently the landing didn't break fragile Christmas ornaments and glass bottles aboard the plane.



 Escrito por Pamplona às 14h00
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O EMBRAER 195

(Fonte: Embraer, Rubens Borges)
O EMBRAER 195 fez nesta terça-feira seu vôo inaugural na sede da Embraer em São José
dos Campos. O avião decolou às 11:58 do horário local e aterrissou 1 hora e 56
minutos mais tarde. Com 108 assentos, é o maior avião já construído pela Embraer. É
impulsionado por dois motores GE CF34-10E e sua carga paga máxima é de 13.530 quilos.
O avião continuará os testes em vôo na Unidade Gavião Peixoto, no interior de São
Paulo, onde também tem lugar a campanha de certificação dos outros membros da família
EMBRAER 170/190.
"O primeiro vôo do EMBRAER 195 decorreu bem. Com todos os testes de validação
concluídos com sucesso, estamos verdadeiramente impressionados com as características
comuns do EMBRAER 195 em comparação aos outros membros da nova família de jatos da
Embraer", disse Glen Peach, Piloto de Prova em Comando. A tripulação era formada
ainda por Ricardo Noce, Piloto de Prova, e André Célere, Engenheiro de Ensaios em Vôo
da Embraer.
A certificação é esperada para o segundo trimestre de 2006. A SWISS encomendou 15
aviões e tem dez opções de compra do modelo. A General Electric Capital Aviation
Services (GECAS) tem dez opções de compra.



 Escrito por Pamplona às 08h33
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Galera, cuidado com os raios Lasers...

U.S. warns of terrorist lasers

Thursday, December 9, 2004 Posted: 9:38 PM EST (0238 GMT)

Pilot group: Increase in laser incidents

WASHINGTON (AP) -- Terrorists may seek to down aircraft by shining powerful lasers into cockpits to blind pilots during landing approaches, U.S. officials warned in a bulletin distributed nationwide.

The memo, sent by the FBI and the Homeland Security Department, says there is evidence that terrorists have explored using lasers as weapons.

There is no specific intelligence indicating al Qaeda or other groups might use lasers in the United States, they added.

"Although lasers are not proven methods of attack like improvised explosive devices and hijackings, terrorist groups overseas have expressed interest in using these devices against human sight," the memo said.

"In certain circumstances, if laser weapons adversely affect the eyesight of both pilot and co-pilot during a non-instrument approach, there is a risk of airliner crash," the agencies said.

In September a pilot for Delta Air Lines reported an eye injury from a laser beam shone into the cockpit during a landing approach in Salt Lake City, Utah. The incident occurred about 5 miles (9 kilometers) from the airport. The plane landed safely.

FBI and other federal officials are investigating. It is not clear if a crime was committed or if the laser was directed into the cockpit by accident.

Steve Luckey, a retired airline pilot who is chairman of the Air Line Pilots Association's national security committee, said pilots are concerned about a recent increase in laser incidents, but do not know what to make of them. He said he has learned of two or three cases in the past 90 days.

"The most recent incidents appear to be aimed at pilots in the vicinity of airports," Luckey said. "A few seem to be intentional, and we're wondering why and what's going on."

Lasers can cause temporary blindness and severely damage the eye by burning the retina. The bulletin notes they are "relatively inexpensive, portable, easy to conceal and readily available on the open market."

Lasers are commonly used in a number of industries and are featured in outdoor light shows. A variety of more powerful military-grade lasers are produced around the world, but there is no evidence that terrorist groups have managed to obtain one, according to federal officials.

The bulletin was sent late last month to law enforcement officials and key government agencies and industries. A copy was obtained Thursday by The Associated Press.



 Escrito por Pamplona às 14h04
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Queda do motor de B747Jumbo de 33 anos

CHICAGO (AP) _ A cargo plane bound for New York's Kennedy International Airport landed safely at Detroit Metropolitan Airport after losing an engine somewhere over Michigan.

 

The Kalitta Air jet took off from O'Hare International Airport in Chicago late Wednesday. It later reported mechanical problems with one of its engines, a Federal Aviation Administration spokeswoman in Chicago said. The Boeing 741-R was able to fly but was diverted as a safety precaution to Detroit, where it landed without incident, FAA officials said. No one was injured. After the landing, airline personnel discovered the engine was completely gone, FAA officials said.

Michigan authorities searched Thursday for the engine, which may have fallen into Lake Michigan, the FAA said. The FAA will investigate the incident, but the results of an investigation could take weeks, the FAA said.

 

 



 Escrito por Pamplona às 17h02
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Hidroplanagem de um F100



 Escrito por Pamplona às 16h53
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Cada um voa como pode



 Escrito por Pamplona às 16h45
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